Cinco cantores de funk, que um dia brilharam nas paradas de sucesso, agora enfrentam a dura realidade da pobreza e do abandono. A vida glamourosa e cheia de ostentação que uma vez viveram se transformou em um pesadelo, e suas histórias são um alerta sobre os perigos da fama efêmera.
Entre eles, MC Marcinho, o príncipe do funk, que encantou gerações com hits como “Glamurosa”. Após uma carreira repleta de sucessos, sua vida foi marcada por problemas de saúde que culminaram em sua morte em agosto de 2023, aos 45 anos. O que chocou a todos foi a revelação de que seu patrimônio era inferior a meio milhão de reais, levando a uma disputa acirrada pela herança entre filhos e ex-parceiras.
Outro caso emblemático é o de Cidinho, que, após anos de sucesso ao lado de Doca, viu sua vida desmoronar devido ao vício em drogas. Embora tenha superado seus demônios e tentado um retorno, sua saúde continua fragilizada. Por outro lado, Doca encontrou a fé e se reergueu, mas a vida de ambos é um lembrete sombrio dos riscos que o sucesso pode trazer.
MC Preto, da icônica dupla Gorila e Preto, também caiu em desgraça. A fama se esvaiu e, em 2020, ele foi flagrado vendendo doces em um semáforo, uma imagem que chocou seus fãs. Já MC Sabrina, uma das pioneiras do funk feminino, enfrenta problemas de saúde mental e rumores de cárcere privado, deixando seus admiradores em estado de alerta.
Por fim, MC Gu, que começou sua carreira em ascensão meteórica, agora é mais conhecido por polêmicas do que por sua música. Após uma série de escândalos e crises, sua trajetória é um triste reflexo de como a fama pode se transformar em ruína.
Essas histórias de queda são um grito por atenção e reflexão sobre a fragilidade da fama e o custo emocional que muitos artistas pagam. O funk, que um dia foi sinônimo de alegria e celebração, agora revela um lado obscuro que não pode ser ignorado.