O anúncio oficial dos resultados do concurso anual das marchas da capital portuguesa continua a provocar fortes reações, e Marco Costa manifestou publicamente o seu descontentamento. O conhecido pasteleiro não escondeu a melancolia com o desfecho da tabela classificativa, que ditou a vitória de Alfama e deixou a sua comitiva longe do topo.

Padrinho destaca união e dificuldades do projeto liderado por Marco Costa
O empresário Marco Costa assumiu o papel de padrinho da Marcha do Alto do Pina nesta edição do certame lisboeta, dividindo a responsabilidade com Teresa Guilherme. O profissional recorreu de imediato às plataformas digitais para valorizar o empenho e o sacrifício demonstrados pela comunidade local ao longo de todos os meses de ensaios.
Na sua avaliação, Marco Costa sublinhou que a sua comitiva operou com claras desvantagens financeiras e menos recursos do que outros agrupamentos da cidade. O padrinho fez questão de enaltecer a garra dos marchantes, que conseguiram transformar todas as contrariedades em força para brilhar na Avenida da Liberdade.

Marco Costa deixa futuro em aberto após desabafo emotivo nas redes sociais
“Não sei se voltarei a marchar. Mas uma coisa tenho a certeza: o meu coração será sempre Alto Pina. E se não for por eles, não marcharei por mais ninguém”, rematou Marco Costa na sua publicação, lançando a dúvida sobre a sua continuidade no evento nos próximos anos.
O desabafo de Marco Costa encerrou a sua participação anual com esta enorme incógnita sobre a permanência nas festas tradicionais de Lisboa. O pasteleiro garantiu que estabeleceu um vínculo definitivo com o bairro e assegurou categoricamente que jamais aceitará representar outra camisola no futuro da competição popular.


