Em 2025, a televisão brasileira passou por uma onda de demissões que surpreendeu muitos fãs. Vários nomes conhecidos deixaram emissoras onde trabalharam por anos, e os motivos vão desde reestruturações até mudanças de estratégia. Entre os demitidos, destaca-se Boninho, ex-diretor da Globo, que anunciou sua saída em setembro de 2024 após 40 anos na emissora. Seu salário chegava a R$ 300.000 por mês, e ele se juntou ao SBT para desenvolver um novo reality show.
Outro nome forte é Raul Gil, que, após 14 anos no SBT, foi demitido por mudanças na gestão de Daniela Beyruth, filha de Silvio Santos. Apesar da demissão, Raul afirmou estar financeiramente tranquilo, pois foi sócio da emissora. Glória Pires, que teve seu contrato não renovado pela Globo, também se despediu após 54 anos, embora tenha deixado claro que continua aberta a novos projetos.
Rodrigo Faro, apresentador da Record, decidiu não renovar seu contrato após 16 anos, mas deixou em aberto a possibilidade de retornar no futuro. Cláudia Raia e Lilia Cabral, ambas com longas trajetórias na Globo, também foram afetadas pela reestruturação. Raia, após 40 anos, expressou gratidão pela oportunidade, enquanto Cabral, após quatro décadas, se lançou em novos projetos.
Outros artistas, como Eliana e Débora Seco, mudaram de emissoras em busca de novos desafios, com Eliana se unindo à Globo após deixar o SBT, onde recebia R$ 900.000 por mês. Além disso, nomes como Luiz Bacci e Felipe Andreoli também deixaram suas emissoras em busca de novos rumos profissionais.
Essas demissões refletem uma transformação significativa no cenário televisivo, com muitos profissionais buscando se adaptar a um mercado em evolução, marcado pelo crescimento de plataformas digitais e novas formas de produção audiovisual. A expectativa é que esses artistas continuem a contribuir para a indústria, seja na TV, no cinema ou em outras plataformas.