Ele percebeu que as palavras dele revelavam os inimigos. — Espera, a minha ultimate dá visão? Sim. Verdadeiro alcance.

Mostrou o Mim e o Venom. Rápido como veneno. Ele riu, satisfeito. O plano funcionava.
— Alguém quer fumar comigo? Um toque de veneno. A torre do topo estava a ser atacada. Ele ouviu o aviso do narrador, mas ignorou.
Focou-se no combate. — A peste sobre os nossos inimigos. Avanço vil. O herói adversário tentou recuar, mas o veneno já se espalhava.
A saúde do alvo caía. — Desperdício de fumo — murmurou. Depois viu o inimigo voltar com buyback. — Ele comprou de volta.
A multidão no chat ria. Ele também. — Agarrem-no, meus pequenos. A torre do fundo caiu.
O som de destruição encheu o ecrã. — Já estamos. Conseguimos. Ele inspirou fundo.
A adrenalina ainda corria. — Esta é a parte mais difícil de ser um narrador imparcial — disse, enquanto ouvia o aviso sobre a torre do topo. — Oh, que bom. Um aliado perguntou:
— Porque é que a tua fonte é verde-limão?
Ele franziu o sobrolho. — Do que estás a falar? Que cor devia ser? O veneno fluía.
A vingança de Venom prosseguia. Ele sorriu. O jogo estava ganho.


